Campinas, 20 de Março de 2013.
Hoje, num dia nublado em Campinas, com uma garoa típica de São Paulo, estou postando um breve comentário a respeito do livro "Quem me roubou de mim" que estou lendo do Padre Fábio de Melo.
Recomendo este livro pois é um livro interessante com mensagens subliminares profundas e fala do sequestro subjetivo das pessoas.
O que seria um sequestro subjetivo?
Partido da palavra "subjetivo", podemos imaginar tudo que há de intangível em nós como personalidade, caráter, amor, orgulho, auto estima, etc.
Pessoas que nos sequestram subjetivamente são pessoas que às vezes o faz de maneira inconsciente, mas que de forma latente, pode nos causar danos gravíssimos, diria até irreversíveis.
Ás vezes, o "sequestrador" pode ser uma marido, uma esposa, um filho ou até mesmo uma personalidade religiosa. O sequestro acontece de maneira lenta e indolor. Isto pois na maioria das vezes, o sequestro é permitido pelo próprio sequestrado, que por ter alguma carência afetiva ou psicológica, busca naquela personalidade um preenchimento desta carência.
Como o sequestro pode ocorrer?
Com simples palavras ou atitudes, muitas vezes egoísta e unilaterais, o sequestrador busca impor seu mundo à outra pessoal e tenta moudá-la a sua imagem e semelhança. De certa forma acredito que até o próprio sequestrador tem uma deficiência e está procurando se auto-afirmar dominando um outro ser... Mal sabe ele que esta atitude, que incialmente se diz benéfica ao sequestrado, irá minguar a personalidade deste e até matá-lo subjetivamente.
Recomendo a todos que leiam este livro pois é de uma riqueza enorme.
Roberto Ferraz
Nenhum comentário:
Postar um comentário