Gestão da Tecnologia da Informação
Tema 1
Análises SWOT
Strenghts, Weaknesses, Opportunities e Threats.
Ideal: alto em oportunidades e baixo em termos de ameaças
Especulativo: alto em oportunidades e ameaças
Maduro: baixo em oportunidades e em ameaças
Arriscado: baixo em oportunidades e alto em ameaças
O que fazer?
1 - Capitalizar pontos fortes para aproveitar oportunidades
2 - Melhorar os pontos fracos que impedem oportunidades
3 - Monitorar pontos fortes que minimizam riscos
4 - Eliminar pontos fracos que potencializam os riscos.
Análise BCG (Boston Consulting Group)
Os indicadores mais utilizados são taxa de crescimento e participação relativa do negócio.
A estratégia
A estratégia alinha recursos para atingir um determinado objetivo.
Para isso a empresa precisa definir metas e objetivos.
Exemplos
Objetivo: atingir o mercado de medicamentos na região sul do Brasil.
Meta: alcançar 35% do mercado mercado de medicamentos do Brasil em 2013.
A meta é quem quantifica o objetivo e o delimita temporalmente.
A meta é quem quantifica o objetivo e o delimita temporalmente.
A Estratégia de TI
Atualmente espera-se uma grande integração global entre entidades de produção e para isto é fundamental o papel de TI utilizando a internet como integradora.
O comércio eletrônico propicia a integração de variados modelos como varejo digital, atacado digital, etc
Vários são os formatos de comércio eletrônico:
B2B - Entre empresas
B2C - Empresa com consumidores
B2B2C - Quando há atravessadores digitais
Mobile commerce - Através de dispositivos móveis
E-Government - Instituições governamentais
Tema 2
Comércio Eletrônico - Principais características
O Comércio eletrônico vem crescendo vorazmente devido a facilidade de acesso, comparação de preços, escolha de compras, etc.
Basicamente o comércio eletrônico é formado por:
Pessoas: Compradores, vendedores, funcionários
Política Pública: registros legais locais
Protocolo e padrões técnicos: trafego de informações, emissão e coleta de dados
Parceiros de negócios: conhecimento das localidades e culturas
Serviços de apoio: pesquisas de mercados, formas de pagamentos, etc
Também no comércio eletrônico podemos ter o varejo com loja e sem loja
Com loja: empórios, magazines, lojas de departamentos.
Sem loja: catálogos, mala direta, etc
O Varejo tem a função de ter um pequeno estoque local, conhecer o cliente local, os costumes e às vezes até prestas apoio às decisões do cliente.
Fazendo negócios na economia digital
À convergência de informática e tecnologia da informação dá-se o nome de economia digital.
Esta nova economia proporcionou mudanças também nos colaboradores destas empresas que agora não se limitam às linhas de produção. Agora precisam de habilidades de contextualização, multi-função, etc.
Para o funcionamento do comércio eletrônico, temos as lojas virtuais e estas apresentam algumas característica comuns como carrinhos de compras, catálogos, etc.
O comércio eletrônico se apresenta como forte componente competitivo para as empresas pois abre as portas da empresas sete dias por semana, vinte e quatro horas por dia...
Além disso, as ferramentas de pesquisa dá velocidade as comparações pré-compra.
Dentre as diferentes formas de varejo, temos:
Lojas virtuais: que carregam seu nome no site
Shopping virtuais: um conjunto de lojas
Portais de compras: várias linhas de compras
Meta-Shoppings: são vários shoppings
Classificação dos sistemas de informação e o conhecimento.
1 - Sistemas não estruturados
Atende pontualmente a uma necessidade da empresa.
2 - Sistemas de suporte à decisão, Informação à executivos, Especialistas
Suporta a empresa em caráter mais específicos
3 - Sistemas de informações gerenciais
Visualizar a situação da empresa quanto as vendas, produção, etc.
4 - Sistemas transacionais
Todos as transações diárias da empresa
Obs: Os ERP´s não demonstram na prática a realidade das empresas, pois serve mais de integração entre os departamentos.
A gestão do conhecimento vem sendo confundida com Gestão de informação por suas similaridades. No entanto alguns autores classificam a Gestão do Conhecimento como um passo a frente da Gestão da Informação.
A Gestão do Conhecimento tem como foco criar e gerir o conhecimento.
A Gestão da informação tem como foco organizar as informações tornando-as mais rapidamente acessíveis.
Para facilitar a G.C., faz-se necessário que haja uma cultura favorável dentro da empresa e que os trabalhadores assumam tal tarefa como parte de sua rotina.
O maior desafio da G.C. é transferir o conhecimento tácito para o conteúdo de informações da empresa.
Para melhorar este cenário surge o Arquiteto de Sistemas que possui algumas características: conhecimento, atitude, capacidade de aprender, aplicação ao trabalho, etc.
Caracterização do ambiente de implantação de sistemas: gestão do conhecimento.
A identidade da empresa como principal tema.
- Economia da informação
Busca a otimização dos processos de produção através da informação.
- Empresa do conhecimento
Integração de servidores para redução de estoques, etc
- Trabalhador do conhecimento
Saiu da era braçal e entra na era do conhecimento.
Pessoas + Estrutura + Clientes = Capital intelectual
Como saída para suprir a defasagem que os ERPs têm para gerir o conhecimento, os usuários buscam a área de TI para customizar internamente algumas soluções.
Em alguns casos, existem módulos de diferentes ERP´s acoplados e "se conversando" entre si. Isto para se ter soluções mais rápidas em busca normalmente das "best of breed".A gestão do conhecimento vem sendo confundida com Gestão de informação por suas similaridades. No entanto alguns autores classificam a Gestão do Conhecimento como um passo a frente da Gestão da Informação.
A Gestão do Conhecimento tem como foco criar e gerir o conhecimento.
A Gestão da informação tem como foco organizar as informações tornando-as mais rapidamente acessíveis.
Para facilitar a G.C., faz-se necessário que haja uma cultura favorável dentro da empresa e que os trabalhadores assumam tal tarefa como parte de sua rotina.
O maior desafio da G.C. é transferir o conhecimento tácito para o conteúdo de informações da empresa.
Para melhorar este cenário surge o Arquiteto de Sistemas que possui algumas características: conhecimento, atitude, capacidade de aprender, aplicação ao trabalho, etc.
Sistemas ERP
O termo se traduz em Planejamento de recursos empresariais, que na prática não corresponde a esta tarefa pois o software não se concentra nem em planejar nem em recursos.
Dois ERPs mais fortes no mercado são SAP e Oracle. Veja a pesquisa abaixo.
Os modelos mais usadas para ERP são os ASP (Application Server Provider) onde a estrutura de sistemas é locada a empresas usuárias, reduzindo os custos com estrutura.
Com a evolução dos ERP´s, a área de Tecnologia passa a fazer parte dos quadros decisórios da empresa, acompanhando o planejamento e as decisões estratégicas.
Mesmo com toda a atual evolução dos sistemas ERP´s, persiste o dilema: Quem se adequa a quem? A empresa ao software ou o software à empresa.
Em qualquer dos casos temos perdas e ganhos que tanto pode ser de identidade da empresa e mobilidade de processos quanto da garantia de execução de certas tarefas e passos que um ERP bem estruturado obriga o usuário a fazer.
Como exemplo disto, um software como o SAP interliga seus 70 módulos de forma que garanta calendário fiscal, plano de contas, etc. No entanto isto compromete a identidade operacional da empresa.
A tendência do mercado para minimizar estes problemas, às vezes tem sido interligar a parte produtiva de um SAP com o controle financeiro da Oracle e assim por diante.
Tema 3
Do modelo competitivo ao produto digital.
O impacto do comércio eletrônico sobre os sistemas de varejo.
O impacto mais direto do comércio eletrônico tem sido na intermediação. Muito criticada pois acumula custo a cadeia, esta também pode agregar valor através do conhecimento do mercado local, comportamento da concorrência e agilizando a penetração no mercado.
O distribuidor, com o conhecimento criado não se limita a um cadastro de clientes, mas pode atuar como relacionamento e além disso, também suprir (através de pequenos estoques) demandas pequenas. No entanto, o comércio eletrônico vem cada vez mais dando condições do cliente final não precisar do distribuidor e negociar direto com o fornecedor. Este fenômeno tem sido classificado como desintermediação.
Construção de marcas diretas e indiretas.
Definição de marca segundo a FGV - 2003.
"Uma letra, uma palavra, um símbolo ou qualquer combinação destes elementos, adotada para identificar produtos e serviços de um fornecedor específico".
Uma marca pode incitar: Benefícios, Valores, Atributos e Personalidade.
Além disso ela deve ser fácil de ser lembrada e estar ligada a imagem da empresa.
Produtos e Marcas Globais
Atende a todo o globo. Por isso, devem se adequar / atentar a quesitos legais e éticos de cada local. Um produto global pode propiciar ganhos em escala de negociação.
A gestão de uma marca tem sido uma das principais preocupações das empresas tanto que o CEO da empresa normalmente está diretamente ligado a esta gestão.
Logística Digital
Antes de se falar em Logística digital, é necessário conceituar Cadeia de Suprimentos e de Valor.
Turban (2004) - cadeia de suprimentos é o fluxo de materiais, informações, dinheiro e serviços desde os fornecedores de matérias-primas até os consumidores finais, passando por fábricas e armazéns.
Ao longo da cadeia de suprimentos existem várias tarefas e estas criam valor à cadeia.
Na internet, uma entrega rápida pode fazer toda a diferença na concorrência.
A distribuição física está ligada ao processamento de pedidos, separação, e etc. E como não temos fronteiras para o comércio eletrônico, é necessário estruturar toda esta cadeia de forma que se sincronize.
O conceito de logística apareceu no Brasil por volta de 1970 administrando inicialmente materiais, produtos e pessoas. O foco em eficiência e atendimento ao cliente ainda não era tão forte, o que só se consolidou em 1986.
Mais tarde o conceito de logística se abrangeu a toda a cadeia (desde o fornecedor ao cliente final) e com o advento da informação.
Definições importantes:
Logística reversa: fluxo de materiais para reciclagem.
Logística integrada: gestão, operação e controle de suprimentos.
SCM (Supply Chain Management) gerenciamento da cadeia de suprimentos.
Principais atividades
Processamento de pedidos. Atualmente através de EDI (Eletronic Data Interchange)
Armazenagem: principal função de suprir sazonalidades
Estoques: com vista ao produto final, atender ao cliente prontamente.
Transporte: maior impactante na formação de valor (preço).
Percebe-se no exposto acima a capital importância da logística na estratégia da empresa e no seu sucesso. Atualmente, as entregas com rapidez têm sido muito esperadas no comércio eletrônico e daí advém toda uma excelência em administração logística para que isto aconteça. Principalmente porque o consumidor digital compra por conveniência de não se deslocar, nem para comprar, nem para comparar preços.
Muitas empresas, sabendo desta peculiaridade deste mercado digital, separam os estoques convencionais dos que atendem ao comércio eletrônico.
Tema 4
Desenvolvimento estratégico de T.I.
A Estratégia
Definição
Ferreira (1975) - " a arte de aplicar os meios disponíveis com vista a consecução dos objetivos específicos, a arte de explorar condições favoráveis com o fim de alcançar objetivos específicos"
Veja abaixo a evolução da estratégia ao longo do tempo.
Década de 50 - Formulação estratégica (dirigente como estrategistas, definição clara de objetivos)
Década de 60 - O Planejamento estratégico (Instrumentos racionais e analíticos para decisão, definição clara da missão da empresa)
Década de 70 - A Gerência estratégica (Avanço da estratégia para áreas funcionais, perspectiva de globalidade)
A estratégia não necessariamente se restringe a corporativa. Ela pode ser também por unidade, segmento, etc.
Década de 60 - O Planejamento estratégico (Instrumentos racionais e analíticos para decisão, definição clara da missão da empresa)
Década de 70 - A Gerência estratégica (Avanço da estratégia para áreas funcionais, perspectiva de globalidade)
A estratégia não necessariamente se restringe a corporativa. Ela pode ser também por unidade, segmento, etc.
Desenvolvimento de estratégia de T.I.
Com a internacionalização, a TI passa de provedora de informações para agente estratégica primordial nas organizações esperando que a mesma apoie significativamente as decisões da empresa. Com a evolução da internet, apareceu inclusive as equipes virtuais, empresas virtuais, etc.
No entanto, é crucial ter envolvimento de TI nas soluções que agregam valor e não apenas em modismos além de haver a vital necessidade de uma integração das estratégias de diversas áreas com a de TI.
O planejamento de TI inclui recursos de infra-estrutura e esta cada vez mais alinhado a missão da empresa.
Como forma de aliviar a necessidade de integração, a SIM (Society for Information Management) propôs alguns passos:
- Alinhar plano de TI com plano de negócios
- Ter uma arquitetura de TI com vista a integração Total
- Alocar recursos entre aplicativos concorrentes
- Planejar os sistemas de gestão de projetos (prazos, custos).
O papel estratégico da T.I.
O potencial que TI tem de agregar valor varia de acordo com as atividade fins da cadeia. Para alinhar TI com a estratégia do negócio, quatro fatores devem ser vistos: Estratégia do Negócio, Estratégia de TI, Infra-estrutura organizacional e processos e Infra-estrutura de sistemas de informações e processos.
Organizações Virtuais.
Surge proporcionado pela internet para permitir especialização. Como exemplo, podemos ter uma montadora automobilística que monta seus eixos no México, a parte eletrônica no Brasil e integra tudo em uma outra unidade global. Temos uma produção fisicamente dispersa mas gerencialmente centralizada através de ferramentas de internet.
Empresas de tecnologia como SAP e Oracle também desenvolvem soluções que pode ter um grupo em um país e outro em outra região/país.
Esta integração de informações proporcionada pela internet é o que denomina-se Empresa Virtual.
Todo esta globalização administrativa deve girar em torno dos processos da empresa em busca do crescimento da organização.
Reflexão:
- Como o e-business modifica as forças competitivas da empresa?
- O que TI viabiliza para interagir e interligar as empresas?
- O que Ti cria de novo nas estratégias?
O que antes era admitido apenas como setor de informática na empresa, hoje busca-se uma integração das estratégias da empresa em torno de TI.
O setor de TI atualmente trata da informação e capital intelectual da empresa e não apenas processa dados.
A tendência é cada vez mais TI estar relacionada estrategicamente uma vez que sempre esteve intimamente ligada a Finanças e Contábil devido ao volume de informações que estes dois setores processam.
FIM.





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